segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Da beleza de moer o nosso próprio café

Sobre o autor

Mónica Guerra Rocha

Arquiteta pela Universidade do Porto, mestre em Planejamento e Gestão Urbana pela Universidade de Aalborg (Dinamarca), com especializações em Aquecimento Global, Cidades e Mobilidade Sustentáveis. Em 2011, trabalhou na ONU-HABITAT ROLAC. Teve experiências em escritórios de arquitetura e com técnicas de construção natural. Foi consultora para diferentes organizações do terceiro setor na área de cidades sustentáveis. Foi membro do Conselho Municipal de Transportes do Rio de Janeiro, assessora da Gerência Institucional e coordenadora da Câmara Temática de Mobilidade no Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Recentemente, foi gerente de Cidades Sustentáveis na Conservação Internacional Brasil. Gerenciou a rede SDSN no Brasil para a implementa&cc edil;ão dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no país. Em 2016 idealizou e co-realizou o evento “O que vamos comer amanhã?” com o Museu do Amanhã e coordenou o desenho de um manifesto compromisso colaborativo pela alimentação saudável e sustentável na cidade do Rio de Janeiro. Fundadora da iniciativa Comida do Amanhã, promove encontros, desenvolve projetos e presta assessoria e consultoria criativa usando a comida como instrumento de transformação do mundo. Acredita que o alimento é a chave para que o consumo responsável nos conduza a sociedades mais inclusivas, cidades e um planeta mais sustentável. É convidada permanente no Conselho de Segurança Alimentar da cidade do Rio de Janeiro e parte da Rede Save Food Brasil.

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  • maguerra2003@yahoo.com.br'

    Maria Amélia Guerra

    Sem palavras para estas palavras que degustei e não consigo dizer ao que me souberam…. a nada e a tanto. …

    Responder
  • Todo dia ela faz tudo sempre igual - O Quinze

    […] Moíamos o café todos os dias, escolhíamos o grão. Fazias a tapioca, com a crosta que inventamos, tomate em fatias, temperos que vinham, e eu batia o suco, misturava a couve, o gengibre, a banana madura – ou sem couve, ou sem banana, com maracujá. Os pratos na porta do lado direito do armário, a frigideira pendurada na parede, a faca grudada no imã, a goma de tapioca da dona Sônia que vende na saída do metrô. […]

    Responder

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