quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Playlist – Road to Nowhere

Pegar a estrada com o rádio desligado simplesmente não dá. Tem o trânsito, a ansiedade, a tensão, o tédio e tantos outros fatores que provam que em qualquer situação sem música a vida é um erro. A playlist dessa edição traz Quinze músicas para serem ouvidas atrás do volante, do guidom da moto ou mesmo no banco do carona ou do ônibus. Apertem os cintos, abaixem as agulhas e aproveitem!

Argentina na Copa da Rússia 2018. Quem gostou?

Você, que está lendo este texto, já tem a reposta na ponta da língua, não tem? Você, que é brasileiro, detesta os argentinos. Certo? ? Você, que é brasileiro e ama futebol, rogou praga - e muita - para a Argentina ficar fora da Copa? Ficou quase sem voz torcendo para o Equador! Eu, Luana, trabalho com futebol há mais de 14 anos e vou falar sério: a rivalidade entre Brasil e Argentina nunca poderia estar fora de um Mundial, minha gente! Que graça teria? Quem concorda comigo? Quem discorda também? A nossa raiva não deve ser só dentro de campo? Então! Por que não ver esta linda disputa na Copa da Rússia? Escreve aí nos comentários a sua opinião! E só uma observação: é claro que vamos vencer. Eles têm Messi. Nós temos Neymar, Tite e companhia! E a gente tinha a mãe Diná. Agora, vocês têm a mãe Luana! Só vai dar Brasil, meu povo! Pode vir a Argentina, a Alemanha, Inglaterra, Holanda (ops, essa não), o Chile (ops), os EUA (ops ops ops), a tal da França... Desta vez, não vai ter pra ninguém! Dá uma olhada do retrospecto das 20 Copas: - Brasil - campeão 5 vitórias (e o ÚNICO presente em todas as Copas) - Itália e Alemanha - 4 vitórias - Argentina e Uruguai - 2 vitórias - Inglaterra, França e Espanha - uma taça Estão morrendo de medo do nosso hexa! E “vão ter que nos engolir”, já dizia o nosso querido Zagallo!

Vamos comer comida de verdade?

É chegar em uma praça de alimentação de qualquer shopping e constatar: as filas enormes nas grandes redes de fast food. Mas qual é a explicação para isso? Esses alimentos são produzidos pelas indústrias para viciar cada vez mais seu paladar e seu corpo. A gordura e o açúcar presentes nos hambúrgueres e refrigerantes podem tornar as pessoas cada vez mais dependentes deles. Tem explicação pela sensação de prazer associado ao sabor deles e às reações químicas que o excesso de açúcar provoca no corpo. Após o consumo do fast food elevamos a produção de insulina e, rapidamente, ocorre um aumento na quantidade de açúcar na corrente sanguínea. Menos de 2 horas após, sentimos fome novamente. O que provoca um desejo natural de querer comer mais daquele alimento. É como se o corpo pedisse mais açúcar e gordura, mas sem alcançar a sensação de saciedade. Infelizmente, esses novos hábitos da nossa população vêm aumentando de forma alarmante os índices de obesidade e doenças crônicas, como a diabetes. O pior é que cada vez mais cedo nossas crianças têm acesso a este tipo de alimentação inadequada. Mesmo sabendo que são alimentos com baixos índices de nutrientes para compor uma alimentação nutritiva e essencial para a boa saúde e qualidade de vida, uma grande parcela da população os consome com uma grande frequência. E, facilmente, os escolhem para substituir um almoço. Vale saber que essa escolha pode se transformar em um grande e perigoso vício. Não caia nessa! O melhor a fazer é escolher comida de verdade. Toda praça de alimentação tem um restaurante que oferece esta opção. Se você quer ter saúde e sensação de saciedade de verdade, combine arroz com feijão, vegetais e uma carne magra. Escolha por mais saúde! Beijos e saúde!

Os mutantes invadem a telinha

Parece que os estúdios Fox estão finalmente correndo atrás do prejuízo. Possuidora dos direitos de alguns personagens da Marvel Comics como os X-Men e o Quarteto Fantástico, a Fox começou muito bem iniciando os anos 2000 lançando o primeiro filme da – quase – bem sucedida franquia dos X-Men. O longa – dirigido pela então sensação Bryan Singer, revelado no bacana “Os suspeitos” - fez tanto sucesso que representou a retomada das adaptações das histórias de super-heróis para o cinema. Pois é, a Fox deu a largada e saiu na frente mas o restante da caminhada foi ladeira abaixo. O último filme da trilogia dos mutantes foi um bom desastre. Singer saiu da direção para cuidar do novo filme do Super-Homem (“Super-Homem – O retorno”, com Brandon Routh no papel-título, uma bomba) e levou consigo James Marsden, que interpretava o Ciclope que, para quem conhece, é um dos personagens centrais de X-Men. O roteiro ficou à míngua, Ciclope morreu no início do filme e Hugh Jackman, com seu Wolverine, levou o filme nas costas. Mas nem as habilidades de cura do mutante foram suficientes para salvar a película. De lá para frente, a Fox não deu uma dentro. Em 2005, lança o primeiro filme do Quarteto Fantástico, que foi muito assim-assim, como os outros que vieram. O último, de 2015, não merece sequer comentários. Ao mesmo tempo, a Marvel, detentora do conteúdo, afinal, os personagens, as histórias – roteiros amarradinhos - são suas, investiu com tudo na adaptação das HQs para outras plataformas. Com a criação da Marvel Estúdios, criou uma rede de histórias no cinema cujos personagens conviveriam e se interconectariam num mesmo universo, assim como acontece nas histórias em quadrinhos. Vieram os filmes do Homem de Ferro, do Capitão América, Thor e...Os Vingadores, um filmaço que representaria a…

Palavras: nutritivas ou venenosas?

Através do livro “O cérebro feminino” de Louann Brizendine, foi estimado que os homens falam 7 mil palavra por dia e as mulheres 20 mil. No entanto, essa informação já foi reavaliada pela Universidade da Califórnia através do pesquisador Campbell Leaper que descobriu que ambos os sexos falam em torno de 16.000 palavras*. Meu propósito aqui hoje não é falar sobre a quantidade de palavras e sim sobre a qualidade destas. A abordagem com os números foi apenas para trazer uma ordem de grandeza em relação ao bem e ao mal que temos a capacidade de propagar durante um dia. Quantas vezes você já pode experimentar uma alegria súbita, uma mudança de humor, uma onda de esperança, acolhimento, tranquilidade e muitas outras coisas boas através das palavras de um outro alguém? E quantas vezes foi você a causar estas coisas boas? E quantas foram as outras vezes em que você experimentou raiva, sentimento de humilhação, tristeza, culpa, constrangimento, insegurança, desrespeito e outras sensações desagradáveis por meio das palavras de outra pessoa? E quantas foram as vezes que as suas palavras fizeram este papel? Sendo assim, eu trago a reflexão: você está usando suas palavras para nutrir ou nvenenar a você mesmo e ao outro? Quem acompanha minha coluna nesta revista já sabe que fazemos escolhas sobre tudo a todo minuto. Algumas escolhas são conscientes, mas a maioria continua sendo fruto de nosso inconsciente. Desta forma, a qualidade do que falamos vai sofrer um impacto direto, dentre outras coisas, da quantidade de dor, frustração, decepção e experiências negativas que carregamos, bem como da quantidade de experiencias boas, amorosas, generosas e positivas na nossa bagagem inconsciente. Como não temos como mensurar o que está em nosso inconsciente, a grande sacada aqui é iniciar um processo de tomada de consciência das próprias palavras…