segunda-feira, 23 de setembro de 2019

O papel de governar e os atos impensados

O mais recente ato do presidente Bolsonaro remete-nos à disposição de indicar seu filho Eduardo para a Embaixada nos EUA. Diversas manifestações criticando esse desejo presidencial ainda estão reverberando por aí, e pelas críticas contrárias é que o presidente acha que está certo, mas a primeira imagem que me veio à mente foi como se dariam as articulações com as diversas instituições

O Brasil e o mundo

Vivemos num mundo onde as 500 maiores empresas multinacionais privadas, de todos os setores, detém 52% do PIB mundial. Trata-se de um poder econômico que perpassa por todos os segmentos, políticos, sociais e ideológicos. Assusta perceber que esse monopólio e seus tentáculos controla e viabiliza a maximização de seus lucros, desprezando o custo humano e obstando qualquer possibilidade de controle,

Tudo muito confuso

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Estado, autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro, de seu assessor Fabrício Queiroz e de várias outras pessoas. Portanto, mais um evento incômodo ao governo do presidente Jair Bolsonaro. A novidade surge num momento em que diversas turbulências ocorrem no seio do governo, algumas provocadas

Os 100 dias

É pouco tempo, mas costuma ser emblemático para definir um bom ou mal começo de governo. A pesquisa Datafolha para o período apresentou um resultado desfavorável ao governo Bolsonaro, quando comparado aos governos eleitos no período da redemocratização. Mas isso não significa muita coisa, afinal o importante é que se tenha adotado políticas efetivas objetivando os resultados de que o país

Primeiros dias

Já podemos fazer uma análise inicial do novo governo, afinal já decorreram 75% do período emblemático dos “100 dias”. Muito aconteceu neste período. Uma boa proposta de reforma da previdência chegou ao Congresso, assim como o pacote contra a corrupção e leis para melhorar a dinâmica do processo legal. Estas ações vieram dos dois ministros cujas respectivas nomeações são consideradas

Vamos avançar ou ficamos na mesma?

As primeiras articulações sobre as reformas, agora já na fase do Congresso, trazem alguma preocupação. Depois de um início de governo com direito a cirurgia, turbulências oriundas do caso Queiroz, em que, depois de tanto tempo, o assessor do então deputado Flávio Bolsonaro volta a aparecer com declarações ainda muito confusas, mas admitindo ilegalidades e afirmando que seus superiores nada