sábado, 25 de maio de 2019

Tudo muito confuso

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, a pedido do Ministério Público do Estado, autorizou a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro, de seu assessor Fabrício Queiroz e de várias outras pessoas. Portanto, mais um evento incômodo ao governo do presidente Jair Bolsonaro. A novidade surge num momento em que diversas turbulências ocorrem no seio do governo, algumas provocadas

Os 100 dias

É pouco tempo, mas costuma ser emblemático para definir um bom ou mal começo de governo. A pesquisa Datafolha para o período apresentou um resultado desfavorável ao governo Bolsonaro, quando comparado aos governos eleitos no período da redemocratização. Mas isso não significa muita coisa, afinal o importante é que se tenha adotado políticas efetivas objetivando os resultados de que o país

Primeiros dias

Já podemos fazer uma análise inicial do novo governo, afinal já decorreram 75% do período emblemático dos “100 dias”. Muito aconteceu neste período. Uma boa proposta de reforma da previdência chegou ao Congresso, assim como o pacote contra a corrupção e leis para melhorar a dinâmica do processo legal. Estas ações vieram dos dois ministros cujas respectivas nomeações são consideradas

Vamos avançar ou ficamos na mesma?

As primeiras articulações sobre as reformas, agora já na fase do Congresso, trazem alguma preocupação. Depois de um início de governo com direito a cirurgia, turbulências oriundas do caso Queiroz, em que, depois de tanto tempo, o assessor do então deputado Flávio Bolsonaro volta a aparecer com declarações ainda muito confusas, mas admitindo ilegalidades e afirmando que seus superiores nada

O jogo vai começar

Podemos afirmar que o governo Bolsonaro vai começar. Vencida a fase hospitalar, a parte mais importante para o sucesso do governo está entrando em campo. O ministro Sérgio Moro já encaminhou o seu pacote de medidas a serem avaliadas no Congresso. Já o ministro Paulo Guedes informa já estar pronta a proposta de reforma mais importante de sua pasta, a da Previdência, faltando apenas a decisão

Dias tenebrosos de contagem de corpos

Você moraria em Brumadinho, ou pior, trabalharia na linha de acesso da morte? Quem sabe em Mariana, ou perto do Morro do Bumba em Niterói? Talvez na região serrana do Rio, ou ainda caminharia como turista pelo Rio de Janeiro com a tranquilidade de alguém que não será assaltado ou vai se deparar com uma bala perdida, ou achada? Todas as tragédias que se multiplicam pelo país trazem como pano