quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Adaptações e inspirações

Adaptar uma obra não é simples. É preciso captar a essência daquilo que se quer transpor para a linguagem escolhida. Essa essência deve ser materializada num roteiro bem amarrado, buscando eventuais liberdades autorais dentro daquilo que se pretende. Afinal, nem sempre uma boa adaptação é a

Eu sou assim

Para mim, qualquer expressão de arte implica também em responsabilidade. Entreter é uma de suas funções, claro, mas acredito que fazer arte é, acima de tudo, um ato político. Um fazer cidadão. Por meio dela, são despertadas questões e discussões na abordagem de toda sorte de temas que pudermos

Sobre patinhos feios, canais de TV e bares

Agosto é uma animação só: tem séries novas e novas temporadas estreando por todos os cantos. Mas não vou falar de nenhuma delas aqui. A coluna dessa semana está um pouco magra. Estou aguardando algumas séries, como a primeira temporada de Os Defensores, na Netflix, estrear. Então, não será

Sessão da tarde bela e profunda

Uma tarde de sábado, em casa, com esse inverno que parece finalmente dar as caras no balneário carioca, convida a um programa cinéfilo-televisivo debaixo das cobertas. O único porém é a luta contra a soneca: se fecharmos os olhos para a primeira piscada mais prolongada, acabou-se a oportunidade

Nenhum lugar também é um lugar

O cineasta David Lynch é praticante de meditação transcendental há mais de 40 anos e tem mergulhado de vez neste universo na última década. Não à toa, acompanhar suas obras é um verdadeiro exercício de transcendência, vide seus clássicos “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem”

O jogo excêntrico de Twin Peaks

“Quem matou Laura Palmer?” Esse foi o mistério que alavancou a série de TV Twin Peaks entre 1990 e 1991, com uma mistura inusitada de elementos de thriller, non sense e drama, alinhavando uma narrativa que conquistou a atenção do grande público. A série marcou época ao alternar sem cerimônia