Edição 30

01/06/2018

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domingo, 19 de agosto de 2018

CAR(rus)NAVAL(is) – e nada se acabar na quarta-feira

Porque são tantas coisas azuis E há tão grandes promessas de luz Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

Quem me dera viver pra ver E brincar outros carnavais Com a beleza Dos

im’bu, a ÁRVORE-QUE-DÁ-DE-BEBER.

É a arvore sagrada do sertão. Sócia fiel das rápidas horas felizes e longos dias amargos dos vaqueiros. Representa o mais frizante exemplo de adaptação da flora sertaneja. Foi, talvez, de talhe mais alentado e alto — e veiu descahindo,

Uma conversa assustadora sobre histórias perigosas

O QUE DEU PARA DAR-SE A NATUREZA

Camões, Os Lusíadas, Canto IX

  Alana Esse mundo é muito engraçado. Tem robôs que falam, tem gente que vai até à Lua, tem cientistas em laboratórios a inventar

Puta

"Também a moral é uma questão de tempo" Gabriel​ ​García​ ​Márquez

  Ontem comecei o meu primeiro diagrama lunar, junto com outras 16 mulheres. Uma ferramenta maravilhosa de auto-conhecimento sistêmico, por dentro e por fora,

1200 primaveras

E quando eu tiver saído Para fora do teu círculo Tempo, Tempo, Tempo, Tempo Não serei nem terás sido Tempo, Tempo, Tempo, Tempo Caetano Veloso, 1979.

  Completei ontem 33 primaveras. Acho sempre

Xenitia

A experiência da ausência do próprio lar é elaborada culturalmente na Grécia sob o conceito de Xenitia. Xenitia, ou viver longe de casa, tem uma longa história na tradição oral grega (...). Para o homen, Xenitia significa a ausência do conforto físico da casa: