Edição 30

01/06/2018

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domingo, 19 de agosto de 2018

Todo carnaval tem seu fim

Quem sabe, sabe, conhece bem como é gostoso pular o carnaval. Porém, como tudo na vida, exceto a tristeza, a comemoração acaba. Para quem está melancólico sem os blocos, se recuperando daquela ressaquinha de leve ou pensando em como encarar o mundo de novo daqui pra frente, aqui vai uma playlist

CAR(rus)NAVAL(is) – e nada se acabar na quarta-feira

Porque são tantas coisas azuis E há tão grandes promessas de luz Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

Quem me dera viver pra ver E brincar outros carnavais Com a beleza Dos

O estandarte da emoção

No último sábado, aconteceu a festa de entrega do Estandarte de Ouro 2017, na Cidade das Artes. Uma cerimônia que já é tradição no pós-carnaval e que deveria ser acompanhada ao menos uma vez na vida pelos amantes da folia. Porque ali vemos com nitidez o amor dos sambistas por suas escolas. É

Poesia em azul e branco

A Portela encerrou seu jejum de 33 anos sem ganhar o carnaval do Rio, ao conquistar o título de 2017, com o enredo “Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar”. A seca era maior ainda se pensarmos que em 1970 foi a última vez que a Azul e Branco levantou o caneco sozinha. Mas como

Constelação de poetas na Sapucaí

A história do carnaval, como de toda manifestação popular, é de uma eterna negociação simbólica com a sociedade à sua volta. As escolas de samba aceitam incorporar alguns elementos exteriores ao seu dia a dia, desde que outros valores essenciais sejam mantidos. Foi assim que vimos as baterias

Entrevista com Nei Lopes

Nei Braz Lopes, ou simplesmente Nei Lopes, é compositor de música popular, escritor e estudioso das culturas africanas, no continente de origem e na Diáspora. Nascido em 1942 no subúrbio do Rio de Janeiro, notabilizou-se como autor de sambas, principalmente pela parceria com Wilson Moreira.