Edição 19

15/11/2017

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A história de todos nós

Um problema que tenho por ser apaixonado por seriados é de que é impossível assistir a todos eles. Nas últimas décadas, o investimento nesse formato cresceu imensamente e eu diria que é praticamente impossível acompanhar todos os lançamentos...e eu diria que seria muito difícil mesmo que você só vivesse para isso – leia-se: tivesse uma vida materialmente estável que não te obrigasse

Com o compromisso de formar verdadeiros leitores

Essa edição, peço licença para mudar o assunto da coluna. No lugar de séries e filmes, quero escrever sobre um evento muito bacana do qual participei no último fim de semana de outubro. Vamos ao texto! A Festa Literária de Paraty (FLIP), no Sul Fluminense, cuja primeira edição aconteceu em 2003, consolidou no país o modelo de um evento bem-sucedido, que tem aproximado cada vez mais a literatura

Os mutantes invadem a telinha

Parece que os estúdios Fox estão finalmente correndo atrás do prejuízo. Possuidora dos direitos de alguns personagens da Marvel Comics como os X-Men e o Quarteto Fantástico, a Fox começou muito bem iniciando os anos 2000 lançando o primeiro filme da – quase – bem sucedida franquia dos X-Men. O longa – dirigido pela então sensação Bryan Singer, revelado no bacana “Os suspeitos”

Cure seu preconceito

O nome dessa coluna é uma ironia em contraposição à notícia que tem causado rebuliço nos últimos dias: a concessão de uma liminar que, na prática, torna legalmente possível que psicólogos ofereçam tratamentos de reorientação sexual, leia-se, cura gay.  Para além das discussões sobre o documento, aproveito a oportunidade para fazer uma coluna com indicações de filmes sobre o tema.

Adaptações e inspirações

Adaptar uma obra não é simples. É preciso captar a essência daquilo que se quer transpor para a linguagem escolhida. Essa essência deve ser materializada num roteiro bem amarrado, buscando eventuais liberdades autorais dentro daquilo que se pretende. Afinal, nem sempre uma boa adaptação é a transposição literal do original. Unir a inspiração daquilo em que se bebe dando um toque de autenticidade

Eu sou assim

Para mim, qualquer expressão de arte implica também em responsabilidade. Entreter é uma de suas funções, claro, mas acredito que fazer arte é, acima de tudo, um ato político. Um fazer cidadão. Por meio dela, são despertadas questões e discussões na abordagem de toda sorte de temas que pudermos imaginar: combate à violência, dependência química, cidadania e direitos humanos, proteção